ny tips, Viagens

Restaurante delícia em NY: David Burke Restaurant na Bloomingdale´s

Hoje a dica é de um restaurante em NY: “IN THE BOX”: de um lado “self-service” e do outro “a la carte”.

Ambos bem pequenininhos, mas super bem frequentados e dentro da Bloomingdale’s!
Como eu estava na maior correria, fui pro self-service, mas assim sem esperar muita coisa. (Olha o balcão aonde a gente faz o pedido! E vemos eles fazendo tudo na nossa frente, na hora!!!!)

image
“IN THE BOX”: de um lado “self-service” e do outro “a la carte”. Ambos bem pequenininhos, mas super bem frequentados e dentro da Bloomingdale’s!
Como eu estava na maior correria, fui pro self-service, mas assim sem esperar muita coisa. (Olha o balcão aonde a gente faz o pedido! E vemos eles fazendo tudo na nossa frente, na hora!!!!)
image
Meu prato:
DSC06246
Estava uma delíciaaaa, com um tempero que me deixou com água na boca só de escrever este POST!
Preciso falar mais alguma coisa? Bem localizado, comida boa e rápida e BARATA,  e se eu não me engano, este prato custava em torno de USS 18,00! Frango, camarão, purê e legumes! huuuuuuuuuuuuummmmm…
Olha fotinhos de lá como é fofo!
image
image
Não deixem de passar por lá!

Endereço: 150 E 59th St – at Bloomingdale’s
New York, NY 10022
Weekdays
10am-8:30pm
Weekends
10am-7pm

“Curiosidades sobre o chef David Burke”

– Tinha 26 anos quando ganhou o título de “Meilleur Ouvrier de France”, prêmio que os franceses nunca tinham antes entregado a um norte-americano.
– David Burke, chef-proprietário do restaurante Park Avenue Cafe, em Nova York e Chicago (E.U.A.), impressionou com seu estilo inovador e inventivo: ele “constrói” pratos em diferentes camadas, misturando sabores, cores e texturas.
– Nascido em Hazlet, pequena cidade de Nova Jersey, aos 14 anos ele admirava a toque (chapéu branco) dos chefs que via em seu trabalho —- um hotel da cidade onde lavava os pratos. Para desmotivá-lo, seu pai o colocou num curso de culinária para donas-de-casa num shopping center. Mas as aulas com Paula Wolfert, Marcella Hazan e outros só o incentivaram. Aos 17 anos conseguiu um emprego de cozinheiro, e logo foi cursar o Culinary Institute of America, perto de Nova York.
– Durante seus estudos, passou por diferentes restaurantes antes de partir para a França —- o templo da gastronomia, onde aproveitou para apreciar os melhores restaurantes franceses (Bocuse, Alain Chapel, Troisgros).
De volta a seu país tornou-se cozinheiro dos peixes no restaurante do hotel Plaza Athénée, comandado pelo chef Daniel Boulud. De lá passou para o The River Café, onde o chef era Charlie Palmer. Sua visão pessoal de cozinha estava tomando forma: combinação da técnica francesa com a cozinha regional norte-americana e francesa.
Próximo passo: voltar para os grandes restaurantes franceses, mas agora como cozinheiro. Além de Troisgros, trabalhou com Marc Méneau (L’Espérance), onde conheceu pratos franceses adaptados aos ingredientes de nossa época e aprendeu que “os olhos, assim como o paladar, devem ser satisfeitos”.
Depois de uma nova passagem por seu país, David Burke voltou à França para estudar confeitaria e pães na escola de Gaston Lenôtre e trabalhou no restaurante Maison Blanche, do falecido José Lampréia (então conhecido por sua comida “dramática”) e na loja gourmet Fauchon.
Em dezembro de 1997, trouxe de bagagem a valorização das sobremesas numa refeição. “Aprendi que se prepararmos um jantar especial em casa, devemos servir 2 sobremesas e chocolates com um café. Quero criar um sentimento de opulência no final da refeição”.
Até 1992 Burke foi o chef-executivo do Buzzy O’Keefe, onde estabeleceu seu estilo próprio com toques franceses: oferecia um menu-degustação como opção aos clientes, além de recepcioná-los com amuse-gueule (aperitivos).
Hoje, proprietário com Alan Stilman dos Park Avenue Cafe, continua com suas boas-vindas aos clientes e finaliza com petits-fours de chocolate. Seu trabalho conta com influências que recebeu ao longo de seu contato com grandes chefs: suas sobremesas seguem os passos do estilo de Lenôtre, a apresentação dos pratos relembra Méneau e Lampréia —- tudo isso aliado a suas inspirações gastronômicas.
(Fonte: basilico.com)

Comente!