dicas de mãe

Água abandonada no carro? Não bebam!!!

Oi mamães, tudo bem? Recentemente li um artigo que achei importante dividir aqui: sabe aquela garrafinha abandonada há dias no carro e depois fica esquecida?  (a gente, mãe, sempre sai com água né?) Não bebam!!! Mesmo que a sede aperte a ponto de você arriscar um gole de água quente, ou o filho reclame que está com sede e não se importa!!!. Apesar de pequenos, sempre existem riscos em consumir o líquido exposto a essa condição, quem disse isso é o infectologista do Einstein dr. Jacyr Pasternak.

Mas porque né? Eu mesma sempre saio com garrafinhas pela manha de 300ml geladinhas e dificilmente acabo bebendo tudo,   e no final da semana um estoque de “meias garrafas” no carro….

A culpa é da alta temperatura dentro do veículo, que favorece, por exemplo, o crescimento de bactérias e amebas. “A água pode ser potável, mas não é estéril. Ela sempre terá população bacteriana”, diz o infectologista.

Mamães, não esqueçam: água esquecida deve ser descartada!

Segundo Jacyr, a imensa maioria das bactérias não causam doenças em pessoas com a imunidade normal. “Passam pelo tubo digestivo sem dar sintomas. No entanto, a flora não é previsível, especialmente se a água for consumida diretamente da garrafa.” Germes do tubo digestivo alto podem contaminar o recipiente (garrafa) e o líquido.

Outra possibilidade, diz o dr. Pasternak, é a presença de vírus, que se mantém viáveis em superfícies molhadas embora não se dividam em ambientes que não têm células. “Também é possível a presença de amebas de vida livre, que podem estar presentes em qualquer água. Algumas podem ser patogênicas.”

Risco químico

O risco – ainda pouco claro – da reação química do PET (material da garrafa) com o calor também existe. Estudos sugerem que algumas substâncias nocivas à saúde, como antimônio e o bisfenol (presentes no PET), são liberadas em altas temperaturas. “O antimônio é um micronutriente do qual precisamos de alguma oferta alimentar. Os bifenois têm alguma relação com problemas neurológicos, mas isto não está claramente definido.”

Fonte:
jacyr pasternak / site Albert Einstein
Registro Profissional: 11034
Publicado em: 04/01/2016

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